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Auxílio Emergencial : Quedas tem 3 servidores municipais que receberam pagamento ilegalmente, diz relatório do TCE

Levantamento identificou irregularidades em 388, dos 399 municípios paranaenses; tribunal ressalta que funcionários de prefeituras podem ter sido vítimas de fraude.

Ao contrário do que foi divulgado amplamente pelas redes sociais Quedas do Iguaçu tem apenas 3 pagamentos ilegais a servidores municipais conforme divulgou TCE. A informação desmascarou mais uma Fakenews (notícia falsa) disseminada nas redes sociais, denegrindo uma das classe mais importantes no momento, a dos servidores públicos, muitos hoje estão na linha de frente no combate ao novo Coronavírus. Segundo a postagem seriam mais de 200 os funcionários públicos municipais que haviam recebido o benefício ilegalmente. A notícia falsa acabou gerando indignação dos internautas que reagiram a informação.

Outros números divulgados também são equivocados, Espigão Alto do Iguaçu tem 2 servidores com recebimento irregular e Três Barras do Paraná tem 8, dos município próximos Laranjeiras do Sul desponta com 36 casos.

Mais de R$ 7,3 milhões foram pagos ilegalmente pelo auxílio emergencial, do Governo Federal, a servidores municipais de 388 cidades do Paraná, de acordo com um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR). O levantamento, divulgado pelo (Tribunal de Contas Estadual) TCE na quinta-feira (28), contou com colaboração da Controladoria-Geral da União (CGU) e identificou que 10.648 servidores receberam o auxílio, do qual não possuem direito.

Veja, abaixo, as cidades com maior número de irregularidades identificadas.

  • Maringá: 566
  • Cascavel: 425
  • Curitiba: 351
  • Ponta Grossa: 330
  • Foz do Iguaçu: 281
  • Londrina: 258
  • Colombo: 186
  • Guaratuba: 153
  • Araucária: 123
  • São José dos Pinhais: 99
  • Paranaguá: 57
  • Piraquara: 51

Em somente 11 cidades paranaenses, conforme o TCE, não houve nenhum caso de irregularidade: Centenário do Sul, Entre Rios do Oeste, Iguaraçu, Itaguajé, Juranda, Pinhalão, Saudade do Iguaçu, Sertanópolis, Tomazina, Verê e Vitorino.

O tribunal ressaltou que alguns dos servidores identificados no sistema podem ter sido vítimas de fraude, com o uso indevido do Cadastro de Pessoa Física (CPF), o que será investigado pelo governo.

Ainda segundo o TCE, a condição de servidor público é verificada, no sistema, por autodeclaração.

Após a identificação das irregularidades, o TCE informou que a CGU encaminhou as informações ao Ministério da Cidadania e que caberá ao ministério tomar as providências para que os cofres públicos sejam ressarcidos.

As prefeituras dos 388 municípios do estado, onde foram identificadas irregularidades, foram notificadas pelo TCE para que informem os servidores sobre o assunto e que orientem os profissionais a respeito de um canal para devolução do dinheiro, nos casos em que houve recebimento ilícito.

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